22
Jan

Alimentação orgânica: uma tendência que faz muito bem

Você com certeza já deve ter ouvido alguém comentar algo sobre alimentação orgânica e certamente deve ter se perguntado: mas afinal o que é alimentação orgânica? Saiba que esse estilo de alimentação é tendência mundial e cresce a cada dia. Só que para entender o que é culinária orgânica, primeiro temos que partir do princípio e explicar de onde vem este conceito.

Tudo começa com os alimentos orgânicos!

Resultado do cultivo de frutas, hortaliças e cereais, por exemplo, produzidos sem agrotóxicos, que normalmente são utilizados para controlar doenças e pragas para evitar perdas da produtividade, como é feito nos alimentos convencionais. Além disso, outro aspecto dos alimentos orgânicos é não serem geneticamente modificados. E não pense que os orgânicos se restringem apenas às frutas e verduras. Ovos, carnes, óleos e vinhos, entre muitos outros, também podem ser produzidos organicamente. A diferença nas carnes e ovos é que os animais são criados sem a aplicação de antibióticos, anabolizantes e hormônios, por exemplo.

 Cultivo orgânico: o meio ambiente agradece!

Cultivar orgânicos significa menos agressão ao meio ambiente, já que não há a contaminação do solo, da água e da vegetação. Para este cultivo, os agricultores se valem de técnicas de compostagem, manejo orgânico do solo e adubação verde, entre outras técnicas que fortalecem os processos naturais. Por isso, há quem defenda que os alimentos orgânicos são mais saborosos que os alimentos convencionais, já que todos os nutrientes são preservados e não há interferência no sabor dos alimentos por concentrarem menos água.

Mas como saber se um produto é realmente orgânico?

Os orgânicos estão cada dia mais presentes na vida das pessoas, mas, como certificar-se de estar adquirindo um produto realmente orgânico?

Para garantir que o consumidor não vai comprar “gato por lebre”, os produtos orgânicos vendidos em mercados, frutarias, verdurarias, entre outros estabelecimentos comerciais, têm um selo do Ministério da Agricultura.

Esta é a garantia de que o alimento e a sua produção foram fiscalizados por empresas certificadoras e que realmente são orgânicos. A única desvantagem para quem compra os alimentos orgânicos nos comércios, é que normalmente eles são mais caros que os convencionais, já que são produzidos em menor escala e o custo de produção e manutenção é maior.

Tá, mas a alimentação orgânica?

Já que os orgânicos são mais saudáveis, proporcionam mais benefícios ao meio ambiente e ainda por cima com mais sabor, porque não os inserirmos, de vez, em nossa alimentação diária?

Parece uma utopia, mas hoje em dia é possível seguir uma alimentação 100% orgânica, já que dá para encontrar qualquer ingrediente produzido dessa maneira em mercados e em feiras, por exemplo. É por isso que é cada vez mais comum encontrar vários restaurantes que oferecem pratos da culinária orgânica e têm uma proposta que preza pela saúde e sustentabilidade, e com isso provam que é possível fazer gastronomia de primeira linha respeitando esses valores.

Sendo assim, vale a pena investir um pouco mais na sua saúde, alimentando-se de orgânicos, fomentando a agricultura familiar e fazendo a sua parte no quesito sustentabilidade. Quando for ao mercado ou feiras, por exemplo, dê preferência aos produtos orgânicos e acredite: esta é uma tendência mundial que logo, logo tomará conta da população mundial.

Professor Milton